Hoje, e mais ainda para o futuro, é essencial que qualquer empresa esteja presente na web, pronta para vender, tirar dúvidas e atender de maneira rápida e precisa os seus clientes.
O número de lojas virtuais tem crescido ainda mais, pois a facilidade para pesquisar e decidir o que se quer, bem como a falta de tempo, tem sido a melhor opção para quem não gosta ou não pode sair de casa.
Sendo assim, se faz necessário que toda e qualquer empresa tenha o seu e-commerce, para que consigam crescer ainda mais, atendendo mais clientes e aumentando seus lucros.
Mas, por onde começar?
Antes de tudo, é sempre importante saber quem é o seu cliente, que tem se tornado cada vez mais exigente; e, onde ele está e como se comunica. Manter contato constante com ele e, conhecer muito bem o seu serviço/produto para atende-lo prontamente, são peças chaves para começar a conquistá-lo.
É evidente que, para que tudo isso seja concretizado, a empresa precisa se planejar. O modelo de Canvas pode ser uma ótima opção para começar, mas não se pode descartar um plano de negócios com maiores especificações, para antecipar as dificuldades e minimizar os erros de maneira precisa.
Para que seja possível ter uma loja virtual, é preciso escolher uma plataforma para esta. Poderá ser uma plataforma própria: ideal para quem já tem um negócio firme e em andamento; por meio desta é possível atender à todas as necessidades da empresa quanto à loja virtual (alta customização); podem sofrer alterações constantes; exclusividade de serviços e layout; possibilidade de integração quase ilimitada.
Uma plataforma alugada: pagamento de mensalidades; serviço básico (excelente para experiências); sem preocupação com desenvolvimento; suporte da plataforma pronta para uso; taxas de erro muito próximas a zero; estabilidade com baixo custo.
Ou uma plataforma Open Source: possibilidade de compra de layouts e plug-ins; customização avançada; estabilidade e segurança. No entanto, não existe exclusividade; e, é necessário que a empresa tenha um especialista que entenda da ferramenta para instalar, configurar, etc. A customização também pode sair caro.
Caso a empresa não tenha perspectivas de alterar a sua plataforma mais tarde, é necessário observar ao escolher se há a possibilidade de integração com o sistema interno da empresa. Além disso, é preciso avaliar o que ter no e-commerce (Beinchmarketing), e a analisar o suporte (se é possível importar e exportar o catálogo de produtos). O custo deve ficar entre 20% e 30% do valor a ser investido em marketing.
Depois, deverá ser feita a escolha das formas de pagamentos oferecidas para o cliente na loja virtual. Que poderá ser feita através de um intermediador: este assume riscos de fraudes; faz o adiantamento de valores a serem recebidos; e sua taxa é variável por transação mais variável sobre o valor da compra. Esta é a melhor opção quanto à segurança tanto para empresa quanto para cliente. Alguns exemplos são o BCash, o PagSeguro, o Paypal, etc.
Poderá ser feito também por meio de Gateway de Pagamento: Estes são mais robustos; também cobram taxas; é necessário contratar o sistema antifraudes separadamente; e, é preciso negociar a possibilidade de adiantamentos. Ou através da integração direta na loja virtual com operadoras de cartões: onde é possível negociar as taxas; mas, será necessário uma equipe de desenvolvimento para fazer a loja virtual.
Dois dos requisitos mais observados em uma loja virtual por um cliente, é a satisfação de outros clientes que compraram e a segurança oferecida. Por isso, a necessidade em investir na proximidade com o cliente para a resolução rápida e eficiente de problemas (E-bit; Reclame Aqui; e redes sociais); bem como em segurança para proteger os dados de compra dos clientes (SSL - Secure Socket Layer; e, Scan de aplicação e IP), respectivamente.
Outra questão, que também deve ser observada pela empresa é o tipo de logística e frete que ela irá oferecer (Correios; e/ou transportadoras); e, de que forma será o estoque (físico, onde a empresa tem o produto à mão e o envio será feito mais rápido; ou, virtual, cujo envio é feito direto do estoque dos fornecedores, e a possibilidade de atrasos é maior).
E, para que tudo isso finalmente comece a funcionar efetivamente, a empresa também precisa se ajustar de acordo com a legislação para web: os dados da empresa, tais como endereço, nome, CNPJ, razão social, etc., devem estar a disposição do cliente no rodapé da loja virtual; o atendimento ao cliente deverá ser claro e objetivo; e, o cliente tem direito ao arrependimento, bem como, a troca do produto. Desta forma, as políticas de entrega e de troca devem ser muito bem descritas pela empresa em sua loja virtual, e devem estar visíveis para que o cliente encontre com facilidade.
UFA!
Mas está pensando que acabou!? Não, não, não..
Esta é apenas uma base para começar. Ainda há muito o que fazer!
Fique de olho nas próximas publicações.
Fonte: Professor Juarez, do Curso de Marketing Digital, do Senac - Rio do Sul/SC.
Uma plataforma alugada: pagamento de mensalidades; serviço básico (excelente para experiências); sem preocupação com desenvolvimento; suporte da plataforma pronta para uso; taxas de erro muito próximas a zero; estabilidade com baixo custo.
Ou uma plataforma Open Source: possibilidade de compra de layouts e plug-ins; customização avançada; estabilidade e segurança. No entanto, não existe exclusividade; e, é necessário que a empresa tenha um especialista que entenda da ferramenta para instalar, configurar, etc. A customização também pode sair caro.
Caso a empresa não tenha perspectivas de alterar a sua plataforma mais tarde, é necessário observar ao escolher se há a possibilidade de integração com o sistema interno da empresa. Além disso, é preciso avaliar o que ter no e-commerce (Beinchmarketing), e a analisar o suporte (se é possível importar e exportar o catálogo de produtos). O custo deve ficar entre 20% e 30% do valor a ser investido em marketing.
Depois, deverá ser feita a escolha das formas de pagamentos oferecidas para o cliente na loja virtual. Que poderá ser feita através de um intermediador: este assume riscos de fraudes; faz o adiantamento de valores a serem recebidos; e sua taxa é variável por transação mais variável sobre o valor da compra. Esta é a melhor opção quanto à segurança tanto para empresa quanto para cliente. Alguns exemplos são o BCash, o PagSeguro, o Paypal, etc.
Poderá ser feito também por meio de Gateway de Pagamento: Estes são mais robustos; também cobram taxas; é necessário contratar o sistema antifraudes separadamente; e, é preciso negociar a possibilidade de adiantamentos. Ou através da integração direta na loja virtual com operadoras de cartões: onde é possível negociar as taxas; mas, será necessário uma equipe de desenvolvimento para fazer a loja virtual.
Dois dos requisitos mais observados em uma loja virtual por um cliente, é a satisfação de outros clientes que compraram e a segurança oferecida. Por isso, a necessidade em investir na proximidade com o cliente para a resolução rápida e eficiente de problemas (E-bit; Reclame Aqui; e redes sociais); bem como em segurança para proteger os dados de compra dos clientes (SSL - Secure Socket Layer; e, Scan de aplicação e IP), respectivamente.
Outra questão, que também deve ser observada pela empresa é o tipo de logística e frete que ela irá oferecer (Correios; e/ou transportadoras); e, de que forma será o estoque (físico, onde a empresa tem o produto à mão e o envio será feito mais rápido; ou, virtual, cujo envio é feito direto do estoque dos fornecedores, e a possibilidade de atrasos é maior).
E, para que tudo isso finalmente comece a funcionar efetivamente, a empresa também precisa se ajustar de acordo com a legislação para web: os dados da empresa, tais como endereço, nome, CNPJ, razão social, etc., devem estar a disposição do cliente no rodapé da loja virtual; o atendimento ao cliente deverá ser claro e objetivo; e, o cliente tem direito ao arrependimento, bem como, a troca do produto. Desta forma, as políticas de entrega e de troca devem ser muito bem descritas pela empresa em sua loja virtual, e devem estar visíveis para que o cliente encontre com facilidade.
UFA!
Mas está pensando que acabou!? Não, não, não..
Esta é apenas uma base para começar. Ainda há muito o que fazer!
Fique de olho nas próximas publicações.
Fonte: Professor Juarez, do Curso de Marketing Digital, do Senac - Rio do Sul/SC.

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